Ética, Moral e Deontologia Ana Paula Lins 7.º Semestre Jornalismo Noturno
Texto bastante compreensivo. Os autores se referem bastante na regras e condutas ao quais o jornalismo reflete e os têm como objeto de reflexão e ética. A ética é um conceito mais amplo que engloba os valores de uma sociedade, que seriam idéias que estão dentro do nosso ser e que nos fazem relacionar com as outras pessoas. Concordo com a idéia de Janet Malcolm de que se a imprensa não existisse, era preciso inventá-la, já que necessitamos dela para sobreviver, para entender o mundo e a sociedade. “Qualquer jornalista que não seja demasiado obtuso ou cheio de si para saber o que está acontecendo sabe que o que ele faz é moralmente indefensável. Ele é uma espécie de confidente, que se nutre da vaidade, da ignorância ou da solidão das pessoas”. O jornalismo trabalha com os valores, e dependendo da pessoa ou do veículo, as informações são bem tratadas, defendidas, compreensivas e entendidas, já que o jornalismo carrega não somente os fatos, mas também as versões e opiniões. Para Cláudio Abramo, o comportamento do jornalista existe de várias formas, seja ela como cidadão, diante do governo e consegue eticamente lidar com os acontecimentos sociais que o envolve. O que seria do jornalismo sem as fontes? O jornalismo não pode deixar de ser crítico, de traduzir a diversidade e conflitos, já que não é possível examiná-lo sem sua cobertura de acontecimentos, da apuração dos fatos, da responsabilidade, da imparcialidade, honestidade, interesse público e sem neutralidade. Temos que lidar com os princípios morais e éticos que ele expressa.
Segundo o texto, ética e moral são idênticas e significam o caráter, costume, maneira de ser enquanto deontologia significa o que deve ser. Percebe-se que o papel do Jornalista é fundamental na reconstrução da sociedade e indispensável para o presente futuro da humanidade. O jornalista trabalha com valores e significados muitas vezes contraditórios da sua atividade. O compromisso com a verdade dos fatos, opiniões e versões de trabalho parece nem sempre estarem pautados diariamente em todos os meios de comunicação, pela precisão da apuração dos acontecimentos e sua correta informação. Porém, diariamente, vemos jornalistas atentando contra a moral e os bons costumes das pessoas. Portanto, devem estar atentos as informações dos acontecimentos e fatos antes da divulgação. A atividade jornalística não é fácil devido aos interesses políticos, empresariais, mercadológicos, comerciais e econômicos que os meios de comunicação exercem sobre a realidade. E segundo a afirmação de Hudec, ele coloca a pluralidade informativa e a ética jornalística num beco sem saída, ou no beco das saídas particulares tornando o jornalismo como potencialidade, uma forma de conhecimento social da realidade, que vão do arbítrio individual ao apoio informativo a massacres humanos. Apesar disso, o jornalista encontra-se controlado pelo poder publico ou privado sem levar em conta a responsabilidade, honestidade, imparcialidade que deve integrar a sua atividade com a sociedade. Sendo assim, é necessário refletir sobre a ética na profissão conduzindo da melhor forma os interesses sociais, políticos e econômicos.
Antes de qualquer análise, é necessária a compreensão da ética, moral e deontologia. Concordo com os conceitos apresentados no capítulo 2, que não separam ética de moral, o que acontece com freqüência. A deontologia é a moral profissional, onde sua reflexão ética é feita no âmbito social de esfera moral, então, estabelece o que se deve ser. O capítulo propõe um ciclo de novos problemas éticos e a redefinição do comportamento moral, instrumento do jornalismo. A crítica à Janet Malcolm tem base em sua afirmação de que o jornalismo é “moralmente indefensável”. Acredito que a complexidade da reflexão ética em torno da atividade jornalística não permite uma linha única de raciocínio e moralidade; vários pontos de vista e seus desdobramentos devem ser levados em consideração. O que compreendi acerca da análise das afirmações de Malcolm, é que seu seu limite intelectual nega justamente o que o jornalista precisa, as várias possibilidades que o jornalismo oferece e a sua importância para a humanidade. Já Cláudio Abramo não dá a particularidade necessária e o compara a outras profissões, esquecendo que o profissional de jornalismo trabalha na complexidade crescente da humanidade. Dessa complexidade o profissional não pode fugir, logo, não pode deixar de ser crítico, daí saem as grandes discussões. Desse texto, compreendo que nem sempre o que está explícito é a realidade. Há muitas formas de manipulação da ética jornalística e todas correspondem a um determinado interesse, no entanto, sua forma de conduta está implícita nos códigos. Um dos grandes problemas éticos no jornalismo é ligado ao fascínio pelo poder e aos comportamentos particulares da moral. Penso que é isso que gera sonegação de informação ou, seu oposto, a exposição desnecessária. O jornalista deve ter cautela ao exercer sua profissão, pois ele é o intermediário da informação e da moralidade social, mas também deve ser reconhecido por lidar com uma enorme carga de conflitos sociais.
3 comentários:
Ética, Moral e Deontologia
Ana Paula Lins
7.º Semestre Jornalismo Noturno
Texto bastante compreensivo. Os autores se referem bastante na regras e condutas ao quais o jornalismo reflete e os têm como objeto de reflexão e ética.
A ética é um conceito mais amplo que engloba os valores de uma sociedade, que seriam idéias que estão dentro do nosso ser e que nos fazem relacionar com as outras pessoas.
Concordo com a idéia de Janet Malcolm de que se a imprensa não existisse, era preciso inventá-la, já que necessitamos dela para sobreviver, para entender o mundo e a sociedade.
“Qualquer jornalista que não seja demasiado obtuso ou cheio de si para saber o que está acontecendo sabe que o que ele faz é moralmente indefensável. Ele é uma espécie de confidente, que se nutre da vaidade, da ignorância ou da solidão das pessoas”.
O jornalismo trabalha com os valores, e dependendo da pessoa ou do veículo, as informações são bem tratadas, defendidas, compreensivas e entendidas, já que o jornalismo carrega não somente os fatos, mas também as versões e opiniões.
Para Cláudio Abramo, o comportamento do jornalista existe de várias formas, seja ela como cidadão, diante do governo e consegue eticamente lidar com os acontecimentos sociais que o envolve.
O que seria do jornalismo sem as fontes?
O jornalismo não pode deixar de ser crítico, de traduzir a diversidade e conflitos, já que não é possível examiná-lo sem sua cobertura de acontecimentos, da apuração dos fatos, da responsabilidade, da imparcialidade, honestidade, interesse público e sem neutralidade. Temos que lidar com os princípios morais e éticos que ele expressa.
Renato Filho
Segundo o texto, ética e moral são idênticas e significam o caráter, costume, maneira de ser enquanto deontologia significa o que deve ser.
Percebe-se que o papel do Jornalista é fundamental na reconstrução da sociedade e indispensável para o presente futuro da humanidade. O jornalista trabalha com valores e significados muitas vezes contraditórios da sua atividade. O compromisso com a verdade dos fatos, opiniões e versões de trabalho parece nem sempre estarem pautados diariamente em todos os meios de comunicação, pela precisão da apuração dos acontecimentos e sua correta informação. Porém, diariamente, vemos jornalistas atentando contra a moral e os bons costumes das pessoas. Portanto, devem estar atentos as informações dos acontecimentos e fatos antes da divulgação.
A atividade jornalística não é fácil devido aos interesses políticos, empresariais, mercadológicos, comerciais e econômicos que os meios de comunicação exercem sobre a realidade. E segundo a afirmação de Hudec, ele coloca a pluralidade informativa e a ética jornalística num beco sem saída, ou no beco das saídas particulares tornando o jornalismo como potencialidade, uma forma de conhecimento social da realidade, que vão do arbítrio individual ao apoio informativo a massacres humanos. Apesar disso, o
jornalista encontra-se controlado pelo poder publico ou privado sem levar em conta a responsabilidade, honestidade, imparcialidade que deve integrar a sua atividade com a sociedade. Sendo assim, é necessário refletir sobre a ética na profissão conduzindo da melhor forma os interesses sociais, políticos e econômicos.
Antes de qualquer análise, é necessária a compreensão da ética, moral e deontologia. Concordo com os conceitos apresentados no capítulo 2, que não separam ética de moral, o que acontece com freqüência. A deontologia é a moral profissional, onde sua reflexão ética é feita no âmbito social de esfera moral, então, estabelece o que se deve ser. O capítulo propõe um ciclo de novos problemas éticos e a redefinição do comportamento moral, instrumento do jornalismo.
A crítica à Janet Malcolm tem base em sua afirmação de que o jornalismo é “moralmente indefensável”. Acredito que a complexidade da reflexão ética em torno da atividade jornalística não permite uma linha única de raciocínio e moralidade; vários pontos de vista e seus desdobramentos devem ser levados em consideração. O que compreendi acerca da análise das afirmações de Malcolm, é que seu seu limite intelectual nega justamente o que o jornalista precisa, as várias possibilidades que o jornalismo oferece e a sua importância para a humanidade. Já Cláudio Abramo não dá a particularidade necessária e o compara a outras profissões, esquecendo que o profissional de jornalismo trabalha na complexidade crescente da humanidade.
Dessa complexidade o profissional não pode fugir, logo, não pode deixar de ser crítico, daí saem as grandes discussões. Desse texto, compreendo que nem sempre o que está explícito é a realidade. Há muitas formas de manipulação da ética jornalística e todas correspondem a um determinado interesse, no entanto, sua forma de conduta está implícita nos códigos.
Um dos grandes problemas éticos no jornalismo é ligado ao fascínio pelo poder e aos comportamentos particulares da moral. Penso que é isso que gera sonegação de informação ou, seu oposto, a exposição desnecessária. O jornalista deve ter cautela ao exercer sua profissão, pois ele é o intermediário da informação e da moralidade social, mas também deve ser reconhecido por lidar com uma enorme carga de conflitos sociais.
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